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Política

 
 
Brasil pega fogo
Fonte: WebNewsSul

Pela manhã o brasileiro liga a tv, acessa a internet e o que ouve e ler são: “Protestos contra morte de traficantes, contra falta de água” e assim o brasileiro vai ao trabalho com medo de ser mais um nas estatísticas.

Os patrimônios queimados, depredados, os bens saqueados, mostram que nossas leis estão arcaicas. Mas no país com mais de 200 milhões de habitantes uma pequena minoria percebe tal fraqueza e parte para o cometimento de crimes, no entanto, se observarmos as injustiças cometidas acontecem com o trabalhador brasileiro, que está na parte inferior da pirâmide que constitui o Brasil. Mas o que aconteceria se os grandes empresários e os políticos, sofressem esse tipo de ação? 

Toda e qualquer manifestação com violência é pra mim terrorismo e portanto teria que ser tratado com o máximo de rigor.

O povo clama por justiça, e a inércia do Estado prevarica com a injustiça. “Alguém precisa fazer alguma coisa, não é pura ação, é ação efetiva, é segurança”. Essas são palavras de uma vítima que perdeu seu irmão em um desses atos de terrorismo quando 20 pessoas munidas de galões de combustível atearam fogo em um ônibus e vitimou o motorista que não teve tempo de si soltar do cinto de segurança.          

A lei 499/2013, que foi elaborada após críticas severas da ONU (Organização das Nações Unidas) está a espera de aprovação para decretar ato de terrorismo estas ações cometidas.

Mas o Brasil tem que tomar as rédeas do poder e exigir uma “plástica” nas nossas leis. Será que é preciso um órgão internacional exigir para ser feito alguma coisa? Aonde estão os direitos do povo? Seus anseios só são satisfeitos na época de eleição!

Os crimes em geral estão deixando a população com medo, medo de sair para comprar o pão, medo de abrir a porta da garagem para sair com seu carro, medo de exercer seu direito de ir e vir.

No mundo totalmente tecnológico a mídia vem sendo uma aliada bem decisiva na hora de reivindicar os direitos não realizados por aqueles que nós escolhemos para fazer acontecer. Sem dúvidas a população tem que se conscientizar que protesto é bem diferente de badernas. Estamos à beira de mudarmos ou continuarmos convivendo da mesma maneira. Domingo (26) mais uma vez o brasileiro vai às urnas votar ou protestar. Temos que saber que o poder é nosso e temos que lutar.

Em meio a tantos clamores a essa participação popular, a mídia e a opinião pública revivem intensamente os momentos em que a população se revoltou contra a falta de segurança, contra a arbitrariedade e lutaram pela clareza da democracia com protestos organizados em favor de seus direitos constituídos, pois somos produtos de nossa história.

 

Por Eduardo Araújo

Estudante de Jornalismo

sdpmeduardo@gmail.com

 

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