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Política

 
 
O Gigante
Fonte: Webnewssul

Para os que não o conhece, Nelson Rolihlahla Mandela, nasceu em Mvezo no dia 18 de julho de 1918, foi um exemplo de garra, perseverança e esperança contra o preconceito racial. Ele tinha em seu sangue a força de um lider de devoção ao seu País. Deu sua prórpria liberdade em sacrificio por seu povo que continua a ser assolado por tanto sofrimento humano, pobreza e privação, por serem negros.

Líder de um movimento contra o regime segregacionista do Apartheid, que foi criado pelo Partido Nacional em 1948, delimitava lugares para brancos e não brancos na sociedade. Espaços públicos, como praças, foram separados e o casamento e o  inter-racial proibido.

Por lutar contra as injustiças que era imposta ao seu povo Mandela tronou-se ícone com suas várias vitórias contra o poder de uma menuria.

"Durante a minha vida, dediquei-me a essa luta do povo africano. Lutei contra a dominação branca, lutei contra a dominação negra. Acalentei o ideal de uma sociedade livre e democrática na qual as pessoas vivam juntas em harmonia e com oportunidades iguais. É um ideal para o qual espero viver e realizar. Mas, se for preciso, é um ideal pelo qual estou disposto a morrer".

Com essas palavras Mandela é sentenciado a prisão perpetua. E no mundo de hoje os critério de uma vida melhor e igualitária são esquecidos nos palcos da vida politica de nosso país.

 Acumulando ao longo de sua vida conquistas como Prêmio Nobel da Paz em 1993, eleito presidente da Africa do sul 1994/1999 e aplaudido como o mais importante lider da Africa Negra. Viu em seu pais a primeira copa mundial de futebol, a imprensa mundial, cobrindo em peso o evento, teria no líder e na festa a imagem que selaria de forma definitiva o surgimento da nova era na África do Sul, mas sofreu um grande impacto quando o inesperado aconteceu a perda de sua bisneta de 13 anos no dia 13 de julho de 2010, essa dor  o abalou, e o afastou dos jogos seguintes.

 O mundo perde um Homem, mas ganha o legado de um vencedor e o exemplo de lider que impunha o amor em primeiro lugar ao seu povo como fala nestas paravras:  

"A morte é inevitável. Quando um homem fez o que considera seu dever para com seu povo e seu país, pode descansar em paz. Acredito ter feito esse esforço, e é por isso, então, que dormirei pela eternidade."(1996). Nelson Rolihlahla Mandela de 18 de julio de 1918 a 05 de dezembro de 2013.

                                 
 
  Por Eduardo Araújo
       Estudante de Comunicação e Jornalismo
       eduardopmba@bol.
  www.radios.com.br

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