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Brasil

 
 
A seca chega ao Rio Almada e Itajuípe pode ficar sem abastecimento se não chover
Fonte: Webnewssul


Itajuípe começa a sentir os efeitos da estiagem. O mês de dezembro será decisivo para o municipio que entrará com as medidas de racionamento de água. O rio Almada, vem sofrendo drasticamente com a baixa de seu nível, devido às altas temperaturas climáticas, que estão  provocando a estiagem em todo o país. O rio Almada que no passado fora navegável, onde os fazendeiros transportavam suas colheitas através de embarcações para os armazéns, hoje vive um dilema que põe em risco a um dos elementos primordiais  à vida de  todos os seres vivos, a água, um bem essencial tão imprtante, que é responsável por 70% em nosso corpo.

A falta de chuva, o desmatamento e as queimadas sem controle, vem acabando com as matas ciliares que protegem os leitos dos rios. Todas essas ações tem contribuindo para o aquecimento global, que por sua vez nos priva de chuvas. Assim, sem uma política de desenvolvimento para o tratamento dos esgotos que desembocam no rio Almada, poluindo as águas e a conservação de seus leitos, logo estaremos à beira da extinção. Podemos notar que o local onde é captado a água que o itajuipenses usam no seu dia-a-dia, está comprometido pela seca que assola a região.  


Segundo informações não oficiais, o SAAE em parceria com a Petrobrás, pretende canalizar através de tubos o local mais fundo do Rio Almada acima da barragem para assim efetuar o abastecimento com uma bomba d´agua que será ligada a um gerador  até que se normalize a situação. Como você pode ver nas fotos eles estão tentando, mas esse tipo de condução não resiste a pressão e causa vazamentos, por isso deverão usar conexões mais rígidas.

De acordo com  levantamento feito pela Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (SUDEC) dos 417 municípios baianos, 147 haviam decretado situação de emergência por conta da estiagem na Bahia até o último dia 05 de novembro.  Destes 143 já tinham seus decretos homologados pelo estado e outros 118 já estavam com as  suas situações reconhecidas pelo governo federal. No sábado (14) foi a vez de Feira de Santana decrtetar situação de emergência em oito distritos da zona rural.  E agora o município de Itajuípe entra para esta estatística de emergência.

Agora, a preucupação é com o esgoto que é despejado no rio que não tem vazão para fluir sem causar danos a saúde dos seres vivos e em alguns lugares já podemos sentir o mau cheiro dos peixes que por falta de oxigenação na água acabam mortos e boiam na superficie do rio parando às margem ou acumulados em poças de água. Outro fato são as queimadas da vegetação que continuam provocando fumaça e naturalmente agredindo o meio ambiente que já está sofrendo as consequências. 

 

 

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